Guarujá promove palestra sobre autismo e fortalece acolhimento às famílias no Santa Rosa

Ação reuniu responsáveis na E.M. Hermínia Neves Vitiello e reforçou acolhimento e orientação sobre o desenvolvimento das crianças.

A Prefeitura de Guarujá, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seduc), promoveu, na última quarta-feira (8), a palestra “Autismo além do diagnóstico: entendendo o cérebro e fortalecendo o desenvolvimento no dia a dia”, voltada às famílias dos estudantes da Escola Municipal Hermínia Neves Vitiello, no bairro Santa Rosa.

A iniciativa reuniu 36 pais e responsáveis e teve como objetivo ampliar a compreensão sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de fortalecer o desenvolvimento das crianças tanto no ambiente escolar quanto familiar.

Realizado na Sala de Recursos da unidade, o encontro ofereceu orientações práticas às famílias e abriu espaço para diálogo, escuta e troca de experiências. A ação integrou a programação do mês dedicado à conscientização sobre o autismo, reforçando a importância da informação, do acolhimento e da parceria entre escola e comunidade.

A psicóloga Isabella Zanatta, responsável pela palestra, destacou a relevância de iniciativas que aproximam as famílias do tema e ampliam o entendimento sobre o desenvolvimento das crianças:

“Esses encontros são muito importantes para toda a comunidade, tanto para quem ainda não tem conhecimento sobre o tema quanto para aqueles que já convivem com o autismo. É uma forma de ampliar o olhar e fortalecer as possibilidades de apoio às famílias que tanto precisam desse suporte”, afirmou.

A diretora da unidade, também ressaltou a importância de olhar para as famílias como parte fundamental do processo educacional. Segundo ela, a escola desenvolve o projeto Raiz de Mãe, que promove encontros de conexão, momentos informativos e espaços de escuta e acolhimento.

“Acreditamos muito na importância dessas ações. Sabemos o quanto esses encontros são necessários e o quanto é fundamental olhar com atenção para as famílias de alunos com diagnóstico de autismo”, destacou.

A diretora ainda reforçou que muitas famílias não contam com rede de apoio, o que torna a escola um espaço essencial de acolhimento. “Quando cuidamos das famílias, também estamos cuidando das crianças. É preciso que esses responsáveis se sintam amparados para que consigam oferecer o melhor suporte aos seus filhos”, concluiu.

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